Por falar em promotores, está no palácio Piratini, para sanção ou veto, o projeto, aprovado por maioria pela Assembléia Legislativa, que cria 136 cargos de provimento isolado no Ministério Público do Estado, entre os quais dois de médicos, clínico-geral e cardiologista, e um de enfermeiro. Mas os nossos fiscais da lei não têm IPE? Procedem as perguntas do deputado Raul Pont (PT), autor de emenda derrotada que suprimia a mordomia: “Se vamos colocar essa estrutura nas torres do Ministério Público, por que não nas escolas? Por que não nos quartéis da Brigada Militar? Por que não em cada órgão público, que também poderá entender que tem o direito de contar com esse atendimento diferenciado?” O próprio Legislativo deu exemplo ao iniciar, há cinco anos, a desmobilização do serviço médico de que dispunha.